Uncommon Communities

Uncommon Communities

The term “community” tends to refer to what is common to a given group. By “Uncommon Communities,” we propose a reflection on the sharing of disparate elements within a common collective. What links difference? What separates that which is united? What is the dissonance in consonance? How do we consider literature and other forms of cultural practice and sociability in Portuguese through the notion of the uncommon community? How might we more productively theorize internal difference within the global Portuguese speech community, especially in settings of multilingualism, immigration, and transnationalism? In literary terms, might the theory and practice of translation be perhaps the most exact expression of what it means to be an “uncommon community”—perpetually emerging through the movement between languages, registers, dialects, and genders/genres? Following current debates on post-humanism, eco-criticism, and digital media, this theme also suggests a reflection on the emergence (and/or rejection) of communities based on intense differences. These may include animal/human communities; human/plant communities; co-present and digital communities, and so on.

Comunidades Incomuns

O termo ‘comunidade’ costuma remeter ao que é comum a um determinado grupo. Por “Comunidades Incomuns” propomos pensar a partilha de elementos díspares dentro de um mesmo conjunto. O que une o diferente? O que separa o unido? Qual a dissonância na consonância? Como pensar a literatura e outras formas de práticas culturais e de sociabilidade em língua portuguesa a partir da nocão de “comunidades incomuns”? Como pensar de modo mais produtivo diferenças internas da língua portuguesa no mundo, especialmente em locais marcados por multilinguismo, imigração e transnacionalismo? Em termos literários, não seria a teoria e a prática da tradução talvez a expressão mais exata do que pode ser uma “comunidade incomum” – continuamente emergindo do trânsito entre línguas, registros, dialetos, gêneros/genres? Seguindo os atuais debates de pós-humanismo, eco-crítica, e mídias digitais, o tema proposto tambem sugere uma reflexão sobre a emergência (e/ou recusa) de comunidades baseadas em intensas diferenças. Estas podem incluir comunidades animais e humanas; comunidades humanas e vegetais; comunidades humanas e virtuais, e assim por diante.